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sábado, 4 de junho de 2011

Já pensou se seu carro avizasse sobre posteriores problemas na estrada?!

É isso mesmo galera, a Ford apresentou neste ano em Düsseldorf (Alemanha), o projeto CoCarX (Co-operative Cars Extended), tecnologia que permitirá a comunicação entre veículos, através da nova rede de comunicações móveis LTE (Long Term Evolution).
Essa rede de comunicações permite uma transmissão de dados muito mais rápida do que os sistemas atuais.  Através de mensagens enviadas entre carros que possuem essa tecnologia, permite que o condutor saiba sobre congestionamento; travagem brusca de um carro mais adiante; se o seu veículo está em rota de colisão com outro carro, e se estiver quando mudar de faixa. Além disso, permite que os passageiros dos assentos traseiros, possam fazer download de vídeos para entretenimento, enquanto o motorista recebe informações sobre o tráfego.  
O projeto tem como vantagens a segurança, e a melhoria no fluxo do tráfego, conseqüentemente trazendo a diminuição na emissão de CO2.

Para quem achava que carros só falavam em filmes e desenhos, com o avanço gradativo da tecnologia a realidade não é mais essa!!!



sexta-feira, 3 de junho de 2011

Que tal dar uma olhada na vela do seu carro tunado?


 11 Dicas Práticas sobre o Estado das Velas.

A função da vela de ignição é introduzir a energia necessária na câmara de combustão e, através da faísca elétrica gerada entre os eletrodos, iniciar a queima da mistura ar-combustível, mantendo a câmara dentro da faixa de temperatura ideal de trabalho.

Grau térmico.
O grau térmico descreve a capacidade de uma vela de ignição em dissipar o calor gerado na câmara de combustão. O calor recebido por uma vela depende do tipo de cada motor. O grau térmico é importante porque é necessário manter uma temperatura mínima na câmara de combustão para prevenir carbonização (autolimpeza) e conseqüentemente, as falhas de ignição. Por outro lado, é necessário também não exceder certa temperatura máxima para a prevenção de auto-ignição. Por essas razões, a faixa de temperatura operacional da vela de ignição é definida de acordo com a potência específica de cada motor.
A aparência dos eletrodos e do isolador revela informações importantes sobre o funcionamento da vela, o combustível e o motor. Analisando o estado da vela de ignição você pode identificar o problema do motor. 



Então meninas, agora que já sabemos como funciona uma vela, vamos ás dicas!!!!!

1. Mas antes de uma avaliação, duas condições devem ser satisfeitas:

1. O veículo deve ter rodado um percurso de pelo menos 10 km, com o motor funcionando em diferentes rotações, todas situadas na faixa média de potência;
2. Deve-se evitar um funcionamento prolongado em marcha lenta antes do desligamento do motor.
3. O normal do pé isolador é apresentar-se amarelado-cinza ou marrom-claro Motor em boas condições. Índice térmico da vela está correto.
4. Fuliginosa (carbonização seca) O pé do isolador, os eletrodos e a cabeça da vela cobertos por uma camada fosca de fuligem preto-aveludada (seca).

Causas.
- Mistura rica.
- Filtro de ar sujo.
- Afogador automático com mau funcionamento.
- Afogador manual puxado por longo tempo.
- Uso de combustível fora da especificação.
- Motor funcionando em baixa rotação por tempo prolongado.
- Ponto de ignição atrasado.
- Uso de vela incorreta - vela muito fria para o tipo de motor.

Efeitos.
- Falhas de ignição.
- Motor falha em marcha lenta.
- Dificuldades de partida a frio.

Soluções.
- Regulagem correta do carburador/injeção eletrônica e do ponto de ignição.
- Aconselha-se averiguar a qualidade do combustível que está sendo utilizado.
- Substituir o filtro de ar.
- Acelerar o motor (rodando com o veículo) lentamente até a carga total (rotação máxima), para queimar os resíduos de carbono.
- Evitar que o motor funcione por muito tempo em marcha lenta, especialmente quando estiver frio.
- Utilizar vela correta para o tipo de motor.

2. Oleosa (carbonização oleosa).

O pé do isolador, os eletrodos e a carcaça apresentam-se cobertos por uma camada fuliginosa, brilhante, úmida de óleo e por resíduos de carvão.

Causas.
- Óleo em excesso na câmara de combustão.
- Guias de válvulas, cilindros e anéis do pistão estão gastos.

Efeitos.
- Dificuldade na partida.
- Falhas de ignição - motor falha na marcha lenta.

Soluções.
- Retificar o motor.
- Trocar as velas.

3. Resíduos leves de chumbo.

Resíduos amarelado-escuros no isolador. O pé do isolador coberto por uma fuligem amarelo-clara, aspecto de fosca a brilhante.

Causas.

- Aditivos antidetonantes no combustível, como tetraetila e tetrametila de chumbo.

Efeitos.
- Se o pé do isolador chegar a temperaturas muito altas, os resíduos de chumbo tornar-se-ão condutores elétricos, fato que pode ocorrer com veículo em alta velocidade, causando falhas de ignição.

Soluções.
- Aconselha-se averiguar a qualidade do combustível que está sendo utilizado.
- Trocar as velas, pois é inútil tentar limpá-las.

4. Resíduos grossos de chumbo.

O pé do isolador apresenta-se parcialmente vitrificado e de cor amarelo-marrom.

Causas.
- Aditivos antidetonantes no combustível, como tetraetila e tetrametila de chumbo. A vitrificação denuncia a fusão dos resíduos sob condições de forte aceleração de veículo.

Efeitos.
- Se o pé do isolador chegar a temperaturas muito altas, os resíduos de chumbo tornar-se-ão condutores elétricos, fato que pode ocorrer com veículo em alta velocidade, causando falhas de ignição.

Soluções.
- Aconselha-se averiguar a qualidade do combustível que está sendo utilizado.
- Trocar as velas, pois é inútil tentar limpá-las.

5. Resíduos/impurezas.

Camada de cinza grossa no pé do isolador, na câmara de aspiração e no eletrodo-massa, de estrutura fofa e até cheia de escórias.

Causas.
- Aditivos do óleo ou do combustível deixam resíduos incombustíveis na câmara de combustão (pistão, válvula, cabeçote) e na própria vela. Isso ocorre especialmente em motores com um consumo de óleo acima do normal, ou quando se utiliza combustível de qualidade inferior.

Efeitos.
- Perda de potência do motor, decorrente de ignições por incandescência e danos ao motor.

Soluções.
- Aconselha-se averiguar a qualidade do combustível que está sendo utilizado.
- Trocar as velas.
- Regular o motor.

6. Superaquecimento.

Eletrodo central fundido parcialmente

Causas.
- Combustão por incandescência causada por temperaturas extremamente elevadas na câmara de combustão em decorrência, por exemplo, de uso de vela muito quente, resíduos na câmara de combustão, válvulas defeituosas, ponto de ignição muito adiantado, mistura muito pobre, sistema de avanço do distribuidor com defeito, combustível de má qualidade, vela mal apertada.

Efeitos.
- Falhas de ignição.
- Perda de potência.
- Danos ao motor.

Soluções.
- Aconselha-se averiguar a qualidade do combustível que está sendo utilizado.
- Trocar as velas. 


7. Eletrodo central fundido.

Eletrodo central completamente fundido, possível trinca no pé do isolador e eletrodo-massa parcialmente fundido.

Causas.
- Superaquecimento do eletrodo central, que pode trincar o pé do isolador.
- Combustão normal com detonação ou ponto de ignição excessivamente adiantado.

Efeitos.
- Falhas de ignição.
- Perda de potência.
- Danos ao motor.

Soluções.
- Revisar o carburador/injeção eletrônica, o ponto de ignição, o distribuidor e o motor.
- Utilizar velas corretas para o tipo de motor.
- Substituir as velas.

8. Eletrodos central e massa fundidos.

Eletrodos central e massa completamente fundidos, possível trinca no pé do isolador e eletrodo-massa parcialmente fundido.

Causas.
- Combustão por incandescência causada por temperaturas extremamente elevadas na câmara de combustão em decorrência, por exemplo, de uso de vela muito quente, resíduos na câmara de combustão, válvulas defeituosas, ponto de ignição muito adiantado, mistura muito pobre, sistema de avanço do distribuidor com defeito, combustível não especificado para o tipo de motor.

Efeitos.
- Antes do dano total do motor, ocorre perda de potência.

Soluções.
- Revisar o carburador/injeção eletrônica, o ponto de ignição, o distribuidor e o motor.
- Utilizar velas corretas para o tipo de motor.
- Utilizar combustível adequado para o tipo de motor.
- Substituir as velas.

9. Desgaste excessivo do eletrodo central (erosão).
Eletrodo central desgastado.

Causas.
- Não observância do tempo recomendado para a troca das velas.

Efeitos.
- Solavancos do motor devido a falhas de ignição (especialmente na aceleração do veículo), a tensão de ignição exigida, pela grande distância entre os eletrodos, é alta demais.
- Partida difícil.

Soluções.
- Trocar as velas ou examiná-las de acordo com as instruções dos fabricantes.
- Certifique-se do tipo ideal ao modelo do veículo, consultando sempre a tabela de aplicação ou recomendação do fabricante.

10. Desgaste excessivo dos eletrodos central e massa (corrosão).

Eletrodos central e massa desgastados.

Causas.
- Presença de aditivos corrosivos no combustível e óleo lubrificante. Esta vela não foi sobrecarregada termicamente, não se tratando portanto de um problema de índice térmico.
- Depósitos de resíduos provocam influências no fluxo dos gases.

Efeitos.
- Solavancos do motor devido a falhas de ignição (especialmente na aceleração do veículo), a tensão de ignição exigida, pela grande distância entre os eletrodos, é alta demais.
- Partida difícil.

Soluções.
- Trocar as velas ou examiná-las de acordo com as instruções dos fabricantes.
- Certifique-se do tipo ideal ao modelo do veículo, consultando sempre a tabela de aplicação ou recomendação do fabricante.
- Aconselha-se averiguar a qualidade do combustível que está sendo utilizado.

11. Pé do isolador trincado.

Pé do isolador trincado.

Causas.
- Dano causado por pressão no eletrodo central como conseqüência do uso de ferramentas inadequadas na regulagem da folga. Exemplo: abrir os eletrodos com uma chave de fenda.
- Corrosão do eletrodo central por aditivos agressivos no combustível.
- Depósitos de resíduos de combustão entre o pé do isolador e o eletrodo central.

Efeitos.
- Falhas de ignição (a faísca salta entre o isolador e a carcaça).
- Partida difícil.

Soluções.
- Trocar as velas. Certifique-se do tipo ideal ao modelo do veículo, consultando sempre a tabela de aplicação ou recomendação do fabricante.
- Aconselha-se averiguar a qualidade do combustível que está sendo utilizado. 



É isso aí meninas, espero que tenham gostado da dica, até a próxima!!!!

quinta-feira, 2 de junho de 2011

TEST- DRIVE

Quando for comprar um automóvel, seja zero quilômetro ou usado, o teste de direção, mais conhecido por “test-drive”, é uma ótima arma para ajudar a definir sua escolha. No início de tudo, o lado racional deve assumir o comando e, só na decisão final, é que deve entrar o lado emocional.

É claro que os seus desejos pessoais o levarão a se interessar por determinado carro, mas, escolhidos os modelos para um comparativo pessoal, você deve fazer uma lista do que lhe agrada ou não. Essa lista é que será fundamental para você escolher.

Pronto para testar o carro, comece pelo interior. Sente-se no banco do motorista e confira se o volante e os pedais estão em posição agradável. Ajuste para sua medida e perceba se está confortável. Banco com ajuste de altura e volante com ajuste de altura e profundidade são itens que marcam pontos decisivos.

A sensação de que o carro lhe caiu bem, ou seja, veste bem, é o melhor indicador de que você encontrou o carro que procurava. Depois vá observando os comandos e toque em todos os controles. Veja se estão ao seu alcance. Confira também os retrovisores externos e os compartimentos (porta-luvas, porta-mapas, porta-copos, etc.). Se o carro for usado, confira se tudo funciona: luzes, som, ar-condicionado, direção hidráulica...

 Pessoal está ai a dica, na hora de escolher o seu carro pense em todas essas dicas.!
Confira se volante e pedais estão em posição agradável (Foto: Divulgação)

O tempo não pode jogar contra, por isso demore tanto quanto achar necessário. Um teste, para ser completo, não pode ser feito em menos de 30 minutos. Lembre-se que uma voltinha pelo quarteirão não será o suficiente. Se o carro que você vai testar for diferente do seu, ou seja, for maior, mais potente ou um 4x4, não tenha receio e fique um tempinho a mais para se acostumar ao tamanho e à performance do veículo.

Não ligue o rádio

Ao rodar com o carro, prefira não ligar o som – isso vai fazer você perceber melhor os detalhes, principalmente o nível de ruídos. Procure diversificar o trajeto, percorrendo, quando possível, uma variedade de terrenos, como asfalto, terra, areia e paralelepípedo. Em uma ladeira, verifique se o freio de mão funciona bem. Depois, em um local amplo, veja se o carro de uma maneira geral lhe oferece uma boa visão.


Se der para andar em trechos mais rápidos, como uma rodovia, acelere e diminua a velocidade para sentir os freios. Depois, em uma marcha mais longa, quarta ou quinta a 50 km/h, acelere como se fosse fazer uma ultrapassagem para saber se o motor está respondendo bem. No caso de carros usados, dê uma conferida ao final do teste para saber se há algum vazamento e olhe na saída do escapamento: se estiver com resíduos de óleo, o motor vai pedir retífica em breve.
Não deixe de conferir o espaço e a capacidade do porta-malas (Foto: Divulgação)

De volta à loja, tente manter a razão no comando. Dê uma volta completa ao redor do carro e observe todos os detalhes, como rodas, pneus, faróis, enfim, absolutamente tudo. Abra o capô, dê uma olhada geral, em seguida, veja o porta-malas. Se for um modelo usado, a idéia é conferir se estão em bom estado e, se for novo, o objetivo é saber se lhe agrada.

Depois vá para a parte financeira. Aqui vai uma dica de fundamental importância: tenha certeza de que o carro pretendido caberá no seu bolso. De nada vai adiantar compra-lo, mas não conseguir pagar um seguro ou mesmo fazer as devidas manutenções.


Logo, tenha certeza de que o carro vai atender as suas necessidades. Por exemplo: você que procura um automóvel para família, o carro tem de ser espaçoso e com um bom compartimento para bagagem. Você tem filhos pequenos, será que o espaço será suficiente para as crianças? Você que é mais jovem, quer um carro bacana e prático, assim certifique-se que será possível instalar um rack para levar sua bicicleta ou prancha de surfe.

Um detalhe muito óbvio, mas importante. O carro pretendido vai caber na sua garagem? Alguns utilitários e picapes são mais altos e, em certas garagens, principalmente de prédios, eles simplesmente não passam. Depois, as vagas são muito estreitas, portanto, vale a pena pensar nisso antes de começar a procurar seu novo automóvel.


Valewwwww;...

quarta-feira, 1 de junho de 2011

New Fiat 500


A subsidiária inglesa da Fiat anunciou nesta terça-feira, 19 de janeiro, o lançamento do 500 Pink, série especial voltada para o público feminino.



Como o próprio nome diz, o modelo tem como grande atrativo a carroceria pintada na cor rosa. A edição limitada é baseada na versão 1.2 Lounge e conta com itens como teto solar, interior na cor preta, manopla do câmbio revestida em couro e sistema start-stop, que desliga o motor automaticamente quando o carro está parado nos semáforos.
Serão comercializadas apenas 500 unidades, que serão encomendadas apenas pela Internet. Na Inglaterra, o 500 Pink tem um preço sugerido de 11.700 libras esterlinas, ou aproximadamente 34 mil reais

terça-feira, 31 de maio de 2011

O que devemos nos preocupar na hora de tunar um carro!


Olá meninas, muitas das mulheres que gostam de carro tunado deve saber que não é simplesmente tunar o carro, temos que tomar alguns cuidados e correr atrás de informações antes de colocar qualquer peça no carro, e é por isso que hoje que eu vou dar algumas dicas á vocês!!.
 

Veículo que têm sua mecânica original modificada para turbinados precisam de cuidados especiais. Ao transformar seu carro em turbo algumas precauções devem ser tomadas.

O veículo turbo aquece bem mais que um veículo com motorização original, e as peças internas do motor em conseqüência sofrem um desgaste maior. Existem várias peças de maior resistência e durabilidade para este seguimento:
- Cabos de velas resistivos e de silicone.
- Pistões e bielas forjadas feitos de um material bem mais resitente que o original.
- Embreagem de cerâmica que apesar de mais dura tem uma durabilidade superior a original.
- Mangueira nitrilicas usadas em veículos injeção.
- Junta de cabeçote de chapa que suporta maiores temperaturas.
- Buchas da suspensão poliuretano.

Como geralmente mais de 80% dos veículos turbinados são equipados com motores AP, existe uma junta usada originalmente nos veículos Golf que servem perfeitamente em motores de qualquer veículo AP: Gol, Santana, Voyage, Saveiro, Escort ap, Golf, Parati, entre outros.
 

 
É isso aí meninas, até a próxima, espero que tenham gostado das dicas!!!

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Ferrari estilo Hello Kitty

Muita gente já sabe que as moças estão mostrando cada vez mais que entendem de tuning e que suas modificações estão inovando bastante, pois é,agora vamos mostrar para vocês uma ferrari modificada com o estilo de nada mais nada a menos que a Hello Kitty.

Ferrari modelo 360 Modena tunada com estilo Hello Kitty

Até a parte Traseira do veiculo  ganhou componentes da Hello Kitty

E o retrovisor tambem ficou com a cara da mesma

O interior  foi a parte que mais teve modificações

Bem, tem quem não goste mas isso depende dos estilos, esperamos que tenham gostado e até a próxima

domingo, 29 de maio de 2011

O que é blindagem?


Olááa pessoal, hoje vou falar sobre segurança, mas existem muitas questões quando se trata deste tema, e vou me especificar em blindagens. Hoje, você sabe o que é blindagem? Pois é, essa é uma segurança a mais para sua vida, pena que os valores são absurdamente altos.

Blindagem

- Muitas vezes, ao reparar em um carro na rua, geralmente caros e de grande porte, não imaginamos que estamos frente a um objeto de extrema segurança. Com a recessão vivida pelo país, a violência nas ruas dos grandes centros urbanos vem aumentando e, com isso, a procura por proteção. O mercado de blindagem de autos não está mais restrito a altos executivos. Cada vez mais pais de família e autônomos, que podem arcar com as despesas de uma blindagem, procuram esse serviço.

O que é a blindagem?

- Trata-se de um processo, onde um carro de passeio normal recebe reforços em sua lataria, vidros e pneus, para aumentar sua segurança. A blindagem tem níveis diferentes (3, 4 ou 5), que proporcionam menor ou maior segurança (nível 5) . Os níveis de segurança têm capacidade para segurar desde disparos de armas de mão (níveis mais baixos) até disparos de fuzis AR-15 e FAL (níveis mais altos).

Como é feita a blindagem?

- Para blindar um carro é necessário que todo seu forro interno seja desmontado. Após a desmontagem do forro, o carro recebe uma espessa camada de polímero (material de extrema resistência e que pode resistir a disparos de diversos tipos), que fica localizada entre o forro interno do carro e sua lataria. Os vidros originais são retirados e trocados por um conjunto intercalado de lâminas de vidro e policarbonato (material transparente de extrema resistência). A espessura do vidro é proporcional ao nível de blindagem e varia de 1,7 cm a 4,2 cm. Os pneus também sofrem um reforço. Entre a roda e os pneus é instalado um anel de plástico reforçado, para evitar um esvaziamento dos pneus, caso recebam algum disparo. Já existem também pneus blindados, produzidos com material específico, descartando a necessidade do anel de reforço.

Opcionais

- As blindagens mais sofisticadas oferecem aos clientes uma série de opcionais, que podem ser de grande importância em situações de emergência. Um rádio comunicador, sintonizado em canais específicos, é de fundamental importância para a localização de pessoas em situação de emergência. Travas de segurança, que são colocadas por dentro das portas, evitam qualquer tipo de arrombamento, mesmo com ferramentas como o pé-de-cabra. Extintores de incêndio automáticos, que são instalados no lado de fora do veículo, atribuem maior segurança no caso de princípios de incêndio.

Então galera é isso ai, não deixem de tunar seus carros sem pensar na sua segurança!